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2 de novembro de 2011

O pior dia e o melhor beijo.( E dizê-lo cantando a toda a gente!)




Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre

Curiosamente dou por mim pensando onde isto me vai levar
De uma forma ou outra há-de haver uma hora para a vontade de parar
Só que à frente o bailado do calor vai-me arrastando para o vazio
E com o ar na cara, vou sentindo desafios que nunca ninguém sentiu

Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre

Entre as dúvidas do que sou e onde quero chegar
Um ponto preto quebra-me a solidão do olhar
Será que existe em mim um passaporte para sonhar
E a fúria de viver é mesmo fúria de acabar

Foi sem mais nem menos
Que um dia selou a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que partiu sem destino nenhum
Foi com esperança sem ligar muita importância àquilo que a vida quer
Foi com força acabar por se encontrar naquilo que ninguém quer


14 de julho de 2008

A Sunday Smile

Eu tenho paixão pela Música.

24 de agosto de 2007

Coração cor-de-rosa




AMAR

Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuido pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.

Carlos Drummond de Andrade

8 de fevereiro de 2007

Carinhoso - Manuela Azevedo


official site

Meu coração
Não sei porque
Bate feliz, quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim, foges de mim

Ah! Se tu soubesses
Como sou tão carinhoso
E muito e muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim

Vem, vem, vem, vem
Vem sentir o calor
Dos lábios meus
À procura dos teus
Vem matar esta paixão
Que me devora o coração
E só assim então
Serei feliz, bem feliz

31 de janeiro de 2007

22 de janeiro de 2007

Reservoir Dogs - Stuck in the middle with you

[Mr. White and Mr. Pink are washing up after the robbery went sour, trying to figure out what happened]
Mr. Pink: You kill anybody?
Mr. White: A few cops.
Mr. Pink: No real people?
Mr. White: Just cops.


A versão "quida"...


A versão "senão tens idade ou estômago não vejas"...


A versão "certinha"...


A versão "mete-mesmo-medinho"...

12 de dezembro de 2006

Todas as cartas de amor...




Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.



Um Jeito Estupido De Te Amar




Cartas Ridículas

28 de novembro de 2006

Off the record




Está na moda, na esfera blogoterrena, dizer de suas manias e idiossincrasias. Ora bem eu também tenho coisitas, manias e gostos.
Gostos, mais... gosto de gostar.

Gosto de pessoas.

Gosto de velhos. Velhotes, pessoas de outros tempos, pessoas que nos ensinam, têm outros modos. Viveram num tempo que já não volta, são preciosos. Sinto falta de velhotes. Sinto falta da minha avó, sei que me falava de coisas que já não existem. Era especial. Serena. Os velhotes são serenos, sentados lá em cima (muito confortáveis, diga-se) da sua experiência. Vivência.

Gosto de pessoas com bom humor. Pessoas divertidas. São generosas. Oferecem-nos momentos alegres, à borla. Imprescindíveis. A minha mana Romana tem o condão de me engasgar... de riso.

Gosto de pessoas fortes. Pessoas que podemos contar com elas, que sabem resolver todas as situações difíceis. Que não se acanham com nada. Também são pessoas generosas. Sabem ajudar. A minha mãe é forte.

Não gosto de pessoas "peneirosas". Arrogantes. Umbiguistas. Mais uma vez, com excepções. Há "peneirosos" generosos", adoram 'tar na moda, mas têm um coração doce. A minha amiga Zeza é assim.

Não gosto de adolescentes, são tolos. Parvos.

Gosto (tanto) do meu poeta-ervilha, Luís. É complexo. Ás vezes, demasiado terno. Tem "arrochamentos" e "amofinamentos", palavras que desconhecia até então. Mas tem olhos que me fazem brilhar. É alto, em todas as acepções da palavras, e às vezes não o consigo alcançar.

Gosto da poesia, foi o Luís que ma deu a conhecer. Completa-me. Diz-me as palavras que não me atrevo a murmurar.

Vivo com a música. Nem sei dizer mais.

Quando era miúda queria ser pintora. Azarito.(de quem? heehheeheh)

Gosto da vertigem. Resumindo (?).





This corner of the earth is like me in many ways
I can sit for hours here and watch the emerald feathers play
On the face of this I'm blessed
When the sunlight comes for free
I know this corner of the earth it smiles at me
So inspired of that there's nothing left to do or say
Think I'll dream, 'til the stars shine



The precipice is there
But will I ever dare
Throw myself in the sky, so at last I can die
See I've become a man
Who holds nothing too dear
Who will mind if I just disappear
This can never really end, it's infinitely sad
Can someone tell me when
Something good became so bad
So if you have a cure
To me would you please send
A picture of my life
With a letter telling how
it should really be instead

17 de novembro de 2006

E música para pôr?


“Em quem pensar, agora, senão em ti? Tu, que
me esvaziaste de coisas incertas, e trouxeste a
manhã da minha noite. É verdade que te podia
dizer: «Como é mais fácil deixar que as coisas
não mudem, sermos o que sempre fomos, mudarmos
apenas dentro de nós próprios?» Mas ensinaste-me
a sermos dois; e a ser contigo aquilo que sou,
até sermos um apenas no amor que nos une,
contra a solidão que nos divide. Mas é isto o amor:
ver-te mesmo quando te não vejo, ouvir a tua
voz que abre as fontes de todos os rios, ...”

Nuno Júdice


Aceito sugestões.




sugestão de folha de rosto



O meu amor existe
sugestão de Luís


25 de setembro de 2006

Outside this bar


And outside this bar there's no one alive
Outside this bar how does anyone survive
Together you and me you know we'll never destroy this world
C'mon baby I wish we could destroy this world
Outside this bar
Together you and me turn this quiet night into silence
Together we'll turn this love into violence