16 de agosto de 2009

Cajuína



Existirmos: a que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina


2 comentários:

rosa disse...

Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina

rosa disse...

saudades destes meus dois "amigos", desta lingua que atravessa oceanos.